Link Building no Google+

Link Building no Google+

Primeiro apenas alguns eleitos receberam o convite para participar da nova rede social Google Plus (ou Google+), que puderam repassar o convite para amigos e assim por diante. Foi assim que em poucos dias o nome da nova rede social estava nos Trending Topics do Twitter, choviam pedidos de convites – que também estavam sendo vendidos em sites de leilão na internet e com apenas um mês de atividade a rede já contava com 10 milhões de usuários.

Todas essas pessoas queriam mesmo é conhecer as inovações e as ferramentas diferenciadas prometidas pelo Google+. As principais são:

+ Circles: uma forma de organizar os amigos entre familiares, conhecidos, colegas de trabalhos e outros;

+ Sparks: busca de vídeos e artigos que o usuário possa gostar;

+ Hangouts: ferramenta para conferências e conversas por vídeo;

+ Instant Upload: upload automático de fotos e vídeos feitos com smartphone;

+ Huddle: especialmente para celular, a ferramenta manda um alerta quando um amigo te chama no chat. Além disso, com o Huddle é possível transformar conversas em um grupo de chat;

Além disso, o Google+ lançou recentemente um perfil direcionado para empresas e marcas, Google+ Pages. Os perfis corporativos são automaticamente adicionados nos resultados de busca.

Mas se o Google+ é a rede social do Google, isso também não iria fazer com que os posts públicos dos fossem facilmente indexados na ferramenta de busca? Vamos ver se isso acontece:

Pesquisando por “site:plus.google.com”, os resultados estavam no seguinte formato:

– Título: Nome de utilizador

– Snippet: ID

– Descrição: Biografia ou descrição do perfil

Ou seja, as páginas indexadas que aparecem são os perfis. Mas e o conteúdo?

Pesquisando pela descrição do último post feito por um utilizador com perfil já indexado pelo Google obtivemos o seguinte resultado:

Podemos ver que o conteúdo foi indexado e agora não aparece mais a url do perfil no snippet, mas a url específica da postagem.

Para buscar links que possam ter sido indexados, a busca foi “site:plus.google.com http://” e o resultado apontou o seguinte:

Como acabamos de ver, o Google está indexando o conteúdo dos posts e links externos. Mas como fazer com que os posts sejam facilmente indexados? Aqui vão algumas dicas:

  • Não se esqueça de fazer postagens públicas. Se um post for limitado a um círculo de amigos, ele não será indexado;
  • Seguindo as mesmas regras de indexação de páginas, o conteúdo postado deve ser bem escrito e não duplicado;
  • A indexação pode ser mais fácil se o post for um parágrafo de mais ou menos 4 linhas, no mínimo;
  • Sempre que possível, é interessante compartilhar o post ou marcar com o botão +1. Os posts indexados tem bastante shares;
  • Além do compartilhamento, os comentários também ajudam a dar relevância ao post.

Com certeza o Google+ abrirá algumas portas para as redes sociais corporativas e para o link building, pois além de tudo os links são Dofollow.

Do ponto de vista de relacionamento com do usuário, contudo, ainda restam dúvidas, já que, apesar de chamar a atenção e despertar a curiosidade, os usuários tinham participação muito tímida na rede Google+: desses 10 milhões, 83% era inativo, segundo pesquisa feita pela Bime Analytics. Mas como a tendência do público brasileiro é chegar (e dominar) redes sociais depois de um tempo do seu lançamento, é bom ficar de olho.

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